Educação Especial volta à pauta com novo ministro da Educação

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Instituições de ensino de todo o país devem estar atentas às novas políticas públicas para as pessoas com deficiência, adotadas pelo MEC, que tem novo ministro. Existe um projeto de lei polêmico em curso, que propõe mudanças nessa área. O Sinepe/PI realizou, em maio, uma videoconferência com escolas filiadas sobre a Lei Brasileira 13146/2015, de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Veja como entidades começam a se articular com o MEC.

Ministro considera como prioridade adoção de políticas para as pessoas com deficiência.

“Sentimos que não existe uma política de autismo para adultos”. A afirmação é da presidente da Associação Brasileira de Autismo (Abra), Telma Maria Viga de Albuquerque. Ela apresentou reivindicações ao ministro da Educação, Mendonça Filho, na tarde desta terça-feira, 31. O ministro recebeu entidades ligadas à área da educação especial.

As entidades apresentaram ao ministro reivindicações para a área. Entre vários pontos propostos está o fortalecimento da estrutura da Diretoria de Políticas de Educação Especial, vinculada à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC.

“Essa agenda é uma das nossas prioridades”, disse o ministro. “Tenham certeza de que o MEC voltou para vocês; podem contar conosco sobre esse tema. Ficaremos sempre em contato.”

Além da Abra, participaram do encontro representantes da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), da Federação Nacional das Associações Pestalozzi (Fenapestalozzi), da Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB) e da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis). Todas integram o Comitê Brasileiro de Organizações Representativas das Pessoas com Deficiência. O encontro foi organizado pelo deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG).

Via: MEC